A Toxicologia Pardini oferece testes COVID para empresas que necessitam do certificado de testagem e outras soluções corporativas para acompanhamento das medidas de controle da crise COVID.

Desde de o início do alerta da pandemia do Coronavírus, a Toxicologia Pardini tem atuado no auxilio de empresas que buscam informações sobre boas práticas para minimizar os casos de COVID entre seus colaboradores, além de soluções para gerir o momento de contingencia vivenciado durante o período de quarentena que se estende desde março deste ano.

A Toxicologia Pardini, oferece testes COVID para empresas, atendendo em todos os estados brasileiros, em mais de 1.000 municípios. A capilaridade já empregada na análise toxicológica, é o diferencial que agrega agilidade aos resultados dos testes COVID, às corporações.

Continue acompanhando o coteúdo desta página para saber mais sobre o Coronavírus e como a Toxicologia Pardini auxilia as empresas na gestão da crise COVID.

COVID-19 e CORONAVÍRUS, o que são?

COVID-19 é a doença transmitida pelo CORONAVÍRUS, que por sua vez, é um vírus pertencente à familia Sars-Cov-2. A doença transmitida pelo Coronavírus, ou seja, o COVID-19, ocasiona infecção no sistema respiratório, que pode se manifestar de formas mais leves ou mais agressivas, dependendo, inclusive, de fatores físicos pré-existentes da pessoa infectada.

Sintomas COVID-19, quais são?

A forma mais leve do COVID-19 pode provocar os seguintes sintomas:

  • perda de paladar e olfato;
  • tosse seca;
  • cansaço.

O COVID-19 pode evoluir, também, na sua forma mais grave, apresentando quadros de:

  • coriza;
  • dor de cabeça;
  • dores no corpo;
  • náusea;
  • diarreia;
  • vômito;
  • dificuldade para respirar.

COVID-19: Contágio e prevenção

O COVID-19 é uma doença altamente contagiosa. Sua transmissão ocorre pelo contato de microparticulas de saliva, ou secreção nasofaríngea com a mucosa, principalmente: boca, narinas e olhos.

O contágio pode ocorrer por meio de microparticulas de secreção humana depositadas ou acumuladas na superfícies de objetos, que quando tocadas, podem ser facilmente levadas ao rosto, provacando assim, a transmissão da doença.

Portanto, a maneira mais eficaz de prevenir a contaminação por COVID-19 é a assepsia constante das mão, além da utilização de máscaras.

Devido à facilidade do contágio, outras medidas protetivas estão sendo adotadas pela OMS – Organização Mundial da Saúde – como o isolamento social.

Empresas estão adotando protocólos de prevenção COVID, de acordo com o setor e ao grau de exposição de seus colaboradores.

Letalidade do COVID-19

O COVID-19 é uma doença potencialmente letal. Isso significa que em casos mais graves, a doença pode evoluir para casos de óbito. A taxa de letalidade do COVID-19, gira em torno de 4%, ou seja, em média, 4 de cada 100 pessoas contaminadas pelo CORONAVÍRUS, morrem em decorrência da doença.

A variação entre países pode ir de 0% a 6,6%, de acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). O vírus até agora mata mais que o da gripe (Influenza), mas menos do que o de outros integrantes da família coronavírus (Sars e Mers). Especialistas e a própria OMS dizem que ainda é cedo para cravar um número sobre a letalidade da doença Covid-19.

O índice de mortalidade do COVID, embora, possa ser considerado, relativamente, baixo, causa preocupação, que é agravada pela falta de uma vacina anti-COVID, que possa controlar o surto da doença.

Para tentar colocar a letalidade do COVID sob perspectiva, relacionamos a doença com outras já conhecidas. Veja a lista abaixo:

Letalidade por doença

  • Coronavírus Sars-Cov-2: média de 4% desde dezembro
  • Mers: 34% (familía coronavírus)
  • Sars: 10% (familía coronavírus)
  • Gripe (Influenza, como H1N1 e outras gripes comuns): de 0,01% a 0,08%
  • Sarampo: 1,42% em 2019 no mundo
  • Ebola: de 25% a 90%; na República Democrática do Congo, 65% no último ano

Em suma, os dados sobre letalidade do COVID-19 aos quais temos acesso até o momento, são:

  • A taxa de letalidade entre idosos acima de 80 anos pode passar de 15%
  • No caso dos jovens, a taxa é menor de 0,5%
  • Na Itália, o número de mortos é alto (veja gráfico abaixo). A pirâmide etária do país provavelmente influencia no número, já que é um país com muitos idosos
  • É maior que o da gripe e do sarampo
  • É menor do que o do Ebola, da Sars e da Mers
certificado de testagem gráfico

Teste COVID para empresas disponíveis para o diagnóstico

O teste de coronavírus para empresas é a única forma de identificar se uma pessoa está realmente infectada pelo vírus Sars-Cov-2, que causa a doença COVID 19, visto que os sintomas apresentados são muito semelhantes aos da gripe comum, dificultando bastante o seu diagnóstico.

E diante da escassez de teste covid no Brasil, laboratórios públicos e privados estão investindo na produção de diagnósticos precisos para detectar o coronavírus, para que dessa forma seja possível realizar o teste de coronavírus em mais pessoas, identificando as que possuem o COVID 19 e orientá-las ao isolamento, daqueles que estão apenas com gripe comum.

A Toxicologia Pardini em parceria com o Grupo Hermes Pardini, começaram a disponibilizar os principais teste COVID para as empresas, sendo eles:

Teste COVID molecular RT-PCR

O teste COVID recomendado na fase inicial dos sintomas do vírus Sars-CoV-2, causador da doença COVID 19, é o covid molecular RT-PCR, sendo indicado para pacientes sintomáticos na fase aguda e para avaliação de retorno ao trabalho de profissionais da saúde.

O RT-PCR (transcrição reversa seguida de reação em cadeia da polimerase) é um método laboratorial de biologia molecular que utiliza a enzima transcriptase reserva, para transformar o RNA do vírus em DNA complementar (cDNA) e é usada principalmente para medir a quantidade de um RNA específico.

O exame de covid é feito em material coletado do nariz por meio de técnicas de biologia molecular (RT-PCR) para o diagnóstico de infecção por Coronavírus, sendo recomendado ser feita essa coleta até o 14º dia de sintomas, sendo mais eficaz preferencialmente entre o 3º ao 5 dia.

Leia mais sobre o teste covid molecular RT-PCR

Teste COVID de Sorologia – Anticorpos Anti-Sars-Cov-2 IgG

A fim de conseguir diagnosticar o Coronavírus (COVID 19), com sintomas, preferencialmente a mais de 14 dias, é recomendado realizar o exame covid de sorologia – Anticorpos Anti-Sars-CoV-2 IgG sendo indicado para:

  • Avaliação tardia de soroconversão em pacientes com COVID 19 confirmada ou suspeita;
  • Avaliação da resposta imune em indivíduos expostos ao Sars-CoV-2;
  • Estudos epidemiológicos.
  • O exame covid sorológico é baseado na sorologia, um conceito utilizado especialmente no campo da medicina que se refere a um exame de laboratório efetuado para comprovar a presença de anticorpos no sangue, ou seja, determinar concretamente sua presença.

O exame de covid sorológico também pode ser usado para identificar a presença (ou revelar a ausência) de anticorpos relacionados a um patógeno no sangue do paciente e a presença do próprio patógeno (vírus, bactéria, protozoário, etc).

Para realizar o teste covid sorológico IgG, é necessário coletar uma amostra de sangue, preferencialmente após 20 dias de sintomas ou exposição, para que se possa ser utilizado para a detecção qualitativa de anticorpos IgG contra o Sars-CoV-2 em soro e plasma humanos.

A metodologia utilizada para o teste sorológico IgG é o imunoensaio de micropartículas por quimioluminescência (CMIA).

Diferença entre os testes COVID PCR e Sorológico

O teste COVID PCR é capaz de detectar a presença do vírus nos pacientes. O exame é feito em material coletado da garganta e do nariz (em ambientes hospitalares, pode ser utilizada secreção do pulmão, o que aumenta a assertividade do teste), e por meio de técnicas de biologia molecular, detecta o material genético do vírus na amostra do paciente. O exame é recomendado para o diagnóstico de COVID-19 para pessoas com sintomas e pode detectar a presença do vírus em média até o 10º dia de sintomas.

Sorologia são testes imunológicos capazes de detectar os níveis de anticorpos IgM e IgG em amostra de sangue do paciente. É aconselhado para pacientes com sintomas a partir do sétimo dia, tempo que leva para os anticorpos começarem a ser produzidos. Vale esclarecer que um resultado negativo NÃO exclui a presença da doença.

Mais informações relevantes sobre o COVID-19 e CORONAVÍRUS

Quanto tempo o CORONAVÍRUS permanece ativo em diferentes superfícies

As partículas virais liberadas junto com a saliva podem permanecer flutuando no ar por cerca de 40 minutos e até 2h30min.

Os vírus depositados sobre uma superfície podem permanecer viáveis por algumas horas ou até dias, dependendo das características dessa superfície.

Estudo recente, publicado no New England Journal of Medicine, fez uma lista das superfícies onde o Coronavírus fica ativo. Acompanhe a seguir:

Coronavírus ativo por até 72 horas

  • plásticos e
  • aço inoxidável

Coronavírus ativo por até 24 horas

  • papelão

Coronavírus ativo por até 4 horas

  • cobre

Coronavírus ativo até 2h30min

  • ar

A quantidade de vírus existentes nas superfícies vai diminuindo com o passar das horas, reduzindo o risco de contaminação.

O mais importante é evitar tocar em superfícies com as quais muitas pessoas têm contato, o que inclui mesas, bancadas, maçanetas, interruptores, telefones, teclados, torneiras etc.

A limpeza das superfícies com desinfetante ou sabão é muito eficaz.

o COVID pode ser transmitido sexualmente?

Antes de tudo, cabe ressaltar que o Covid-19 não é encarado como uma infecção sexualmente transmissível (IST). “Até o presente momento, vemos que a transmissão ocorre primordialmente via contato com gotículas respiratórias”, afirma o urologista Giuliano Aita, do Departamento de Sexualidade da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU).

No entanto, um estudo realizado na China com 38 pacientes identificou o vírus no sêmen, tanto na fase aguda da doença como no período de recuperação.

Entretanto, ainda não se sabe se a infecção ocorre também pelo contato sexual. Ou seja, mesmo que ele esteja presente no sêmen, é possível que não consiga usar essa via para infectar outras pessoas de maneira efetiva.

COVID-19 – Flexibilizção da Quarentena

O segundo semestre de 2020 inicia com a flexibilização do Isolamento Social adotado desde março deste ano para conter o avanço do Coronavírus no Brasil.

Na segunda semana de julho, foi liberada a reabertura de bares, restaurantes e até salões de beleza na capital de São Paulo. Regras deverão ser cumpridas, a fim de manter a contida a transmissão do vírus, que já demonstra queda na capital paulista.

Os estabelecimentos terão permissão para funcionar por 6 horas diárias, com no máximo 40% da capacidade, uso obrigatório de máscaras e devem fechar às 17 horas (de Brasília). Uma atualização anunciada pelo governo permite que os estabelecimentos que tenham ambientes arejados possam oferecer a opção de consumo no local.

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